A SUA ALIMENTAÇÃO DETERMINA A SUA SAÚDE!! – 6 DICAS

O crescimento das doenças degenerativas vem, há muito tempo, a ser previsto pelos especialista em nutrição ortomolecular. Estudos técnicos confirmam a necessidade de uma nutrição ótima, suplementando a alimentação diária em grandes doses de vitaminas, minerais e ácidos gordos, como instrumento necessário para travar este desenvolvimento da doença.
A terapia nutricional significa, na actualidade, não seguir os modelos imperantes e aceitar que os alimentos não se devem consumir apenas para nos mantermos vivos mas para nos mantermos sãos. A terapia ortomolecular dedicou-se a corrigir e a colmatar as consequências nefastas da chamada “comida-lixo” tão em voga, hoje em dia, entre nós.
Por isso, há que atender ao seguinte:

1. Eliminar da dieta todas as substâncias artificiais e sintéticas, reintroduzindo os alimentos naturais ricos em nutrientes, sendo as carências supridas pelos suplementos ortomoleculares.
Os fabricantes de alimentos transformados têm destruído o controlo de qualidade da natureza, eliminando nutrientes e adicionando substâncias artificiais e aditivos – o mais frequentemente utilizado e, também, o mais prejudicial – o açúcar.
Na verdade, quando sofremos de artrite, doenças cardiovasculares, esquizofrenia, cancro do cólon, úlcera de estomago, senilidade… o problema surge suficientemente disfarçado para que a população, em geral, perceba do que se passa.

2- O carácter individual diferente dos seres humanos (individualidade bioquímica). Os indivíduos não têm, todos, as mesmas carências:
a) há pessoas que estão de boa saúde mas às quais agradaria continuar a manter e aumentar uma supersaúde para o resto da vida;
b) há outras que necessitam melhorar o seu estado de saúde, modificando o seu modo de vida e de alimentação;
c) outras, ainda, que se encontram no limiar da doença ou declaradamente com doenças graves de carácter físico ou psíquico, doenças degenerativas que necessitam de tratamento individualizado.
Cada um destes perfis necessita de uma análise individual de carência.

3- Actuação harmónica dos nutrientes, tipo orquestra. Não basta ingerir, indiferenciadamente, os nutrientes. É necessário perceber de que é que o organismo necessita e organizá-los de forma eficaz. Por isso, consulte um especialista em nutrição ortomolecular para avaliação das suas carências nutricionais.

4. Ingira uma quantidade óptima de proteínas.
Para tal, há que determinar qual a quantidade óptima para cada organismo. Haverá que ir testando a quantidade de proteína, aumentando-a progressivamente até experimentar uma sensação de bem estar. Para tanto devem manter-se os níveis de consumo habitual de gorduras e hidratos de carbono. Dever-se-à procurar consumir alimentos proteicos que possam conter quantidades suficientes de aminoácidos essenciais.

5. Ingira uma quantidade óptima de gordura. Dever-se-à utilizar o mesmo sistema que com as proteínas.

6. Os hidratos de carbono provenientes de refinados como o açúcar, o arroz branco, a farinha ou o álcool não são de todo aconselháveis. A toma destes produtos artificiais ultrarefinados diminui a qualidade da nossa dieta, ou seja, quanto maior for a quantidade destes produtos que consumamos, mais valor nutritivo estaremos roubando aos alimentos de boa qualidade.
Com o consumo dos refinados estamos diminuindo o valor nutritivo da nossa alimentação e inflingindo um duro golpe na nossa saúde em geral.
Não nos enganemos.

Cuide da sua alimentação. Não compre o que não pode comer!